Ovelhas que voam se perdem no céu

Nesta peça, tive a honra de encenar uma cena maravilhosa junto com a genial Fernanda D’Umbra. Essa mulher é um monstro em cena. Lembro da Mostra Cemitério de Automóveis de 2002 e como foi criada. Eu e a Fê batendo texto no Porão do Centro Cultural São Paulo e mais um monte de atores falando os seus textos simultaneamente. Quase um hospício. O Mário chegou junto e começou a dirigir. Meia hora depois, a cena estava milimetricamente marcada. Com uma precisão absurda. Uma DIREÇÃO PRIMOROSA. Até hoje mantemos todas aquelas marcas de 2002… E eu e a Fernanda? Ah, a gente se diverte pra caralho.

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